Particularidades na nutrição do macho reprodutor de frango de corte

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Introdução

O formidável desempenho zootécnico obtido pelas modernas linhagens dos frangos de corte é sustentado por alguns pilares, como: a nutrição, a ambiência, a saúde animal e o melhoramento genético.

O direcionamento do melhoramento genético dos frangos, para um rápido crescimento, se deve a uma alta eficiência alimentar e deposição de tecido muscular, porém impõe a necessidade de um rígido controle no manejo alimentar das matrizes pesadas e, em especial, aos machos. Esse controle alimentar se deve à genética dos frangos de corte modernos ser totalmente direcionada para a deposição de tecido muscular e crescimento, entretanto os aspectos reprodutivos como fertilidade e produção de ovos necessitam das aves uma conformação corporal diferente dos frangos destinados para o abate.

Manter a persistência da fertilidade do lote é um dos maiores desafios da produção de matrizes, em especial: manter a fertilidade do macho. A manutenção da fertilidade do lote passa por aspectos que envolvem ações ligadas tanto ao manejo como também à nutrição da ave.

Por esta questão, os nutricionistas devem ter em mente o uso de ingredientes que venham a contribuir para a melhora da qualidade espermática, dentre os quais podemos citar, por exemplo, o uso do selênio orgânico, fontes de ácidos graxos ômega 3, L-carnitina, ácido ascórbico e creatina (SILVA, 2017), além de um rígido controle sobre o fornecimento da energia e proteína das formulações, conforme abordaremos neste artigo.


Ração para os machos reprodutores

Em geral os machos representam em torno de 10% do plantel de matrizes, mas são responsáveis por 50% da carga genética, logo, todas as ações que estejam correlacionadas aos aspectos produtivos dos machos são extremamente importantes. Portanto, uma nutrição direcionada para o macho permitirá um maior controle do peso corporal e uniformidade. Além de aspectos reprodutivos, como a fertilidade.

Na fase de recria o macho pode receber a mesma ração da fêmea, entretanto no período reprodutivo, é muito importante que o macho receba uma ração diferente da fêmea, com menores níveis proteicos e energéticos, evitando o excessivo desenvolvimento muscular e de peso corporal. A ração do macho deve favorecer a uniformidade além de garantir um correto fornecimento da energia, compatível com os requerimentos energéticos dos machos, preconizados pelas linhagens comerciais.

Quando é fornecida a ração diferenciada para os machos, esta deve ser ofertada no momento da transferência para o galpão de produção. Outra opção é fornecer a ração aos machos no momento do início do fotoestímulo.

Ao se fornecer uma ração diferenciada entre machos e fêmeas, uma atenção adequada deve ser direcionada ao correto ajuste dos comedouros, evitando o roubo de rações pelos machos.

Invariavelmente, lotes de galos com peso corporal – consideravelmente – acima do peso padrão, estipulado pelas tabelas das linhagens, serão lotes com fertilidade reduzida, principalmente pela dificuldade mecânica da cópula, proporcionada por galos pesados (ADJANOUHOUN, 1994). Por outro lado, distúrbios na espermiogênese são frequentes em galos com peso corporal abaixo do peso padrão (JAENICH et al., 1998) e estão correlacionadas à diminuição do peso e tamanho dos testículos.


Agente antioxidantes

Os fosfolipídios são os principais componentes lipídicos dos espermatozoides, em particular da membrana plasmática da cabeça do espermatozoide, onde são encontradas grandes quantidades de ácidos graxos poliinsaturados – PUFAs, (RODENAS et al., 2005). Considerando que os PUFAs da série ômega 3 e ômega 6 são ácidos graxos essenciais e não podem ser produzidos pelas aves, são necessários serem fornecidos na ração (KELSON 1997).

Entretanto os PUFAs são altamente oxidáveis em contato com o O2 metabólico, dando origem aos peróxidos. Opuwari e Henkel (2016) citam que, além das alterações nos lipídeos, os radicais livres podem causar danos diretos no DNA dos espermatozoides. Além disso,a fluidez espermática e a capacidade fertilizante diminuem no DNA peroxidado (AITKEN, 1995).

Makker (2009) descreve que o plasma seminal e os espermatozoides contêm enzimas e vitaminas antioxidantes que protegem a membrana espermática, rica em PUFAs. Após a ejaculação estas substâncias antioxidantes atuam na proteção contra a oxidação no período em que os espermatozoides se encontram estocados nos túbulos de estocagem seminal (BAKST et al., 2015, citado por LUCCA, 2017).

O sistema que protege o espermatozoide contra os agentes oxidantes inclui uma gama de enzimas, dentre as quais podemos citar: superóxido dismutase, catalase glutationa peroxidase e glutationa redutase. Além de agentes não enzimáticos, como o ácido ascórbico e o alfa tocoferol.

Alguns estudos sugerem que a redução da fertilidade dos galos, principalmente após 40 semanas de idade, está correlacionada à redução da atividade enzimática antioxidante com o aumento da idade.

A vitamina E possui atividade antioxidante, neutralizando os radicais livres. Rodenas et al. (2005) observaram aumento da motilidade espermática de galos, Lohman-LSL, na 28a semana de idade quando foi fornecido 400mg de vitamina E, em ração suplementada com óleo de girassol (Tabela 1). O óleo de girassol possui elevado teor de ácidos graxos poliinsaturados – PUFAs e, em conjunto com a vitamina E, pode ter melhorado a motilidade espermática pela proteção do epitélio germinativo testicular contra a peroxidação dos lipídeos de membrana.

É desejado que os espermatozoides possuam motilidade e capacidade de sobreviver no ambiente vaginal, ou seja, resistir aos agentes oxidativos para que alcancem as glândulas armazenadoras de espermatozoides e seja assegurada a disponibilidade espermática, com consequente probabilidade de fertilização.

Tabela 1 – Motilidade espermática de galos Lohman-LSL, em porcentagem, da 28ª semana de idade, alimentados com diferentes óleos e níveis de vitamina E.

Fonte: Rodenas et al. (2005)

O selênio orgânico tem uma posição de destaque, pois colabora como um importante antioxidante celular, com forte atuação em enzimas. Dentre elas a glutationa peroxidase, por exemplo, que auxilia a proteção do sêmen contra processos oxidativos, proporcionados por agentes estressores ou a idade.

Surai et al. (1998) concluíram que o uso do selênio orgânico, 0,3mg/kg em rações de machos reprodutores, aumentou a atividade da glutationa peroxidase, protegendo o sêmen contra a peroxidação de lipídios.

Os carotenoides são um grupo de substâncias que possuem atividade antioxidantes, sendo a cantaxantina pertencente a este grupo. A cantaxantina possui um importante papel antioxidante por sua correlação com a remoção de radicais livres e a reciclagem da vitamina E (ROCHA 2013).

Triques et al. (2016) descreve que a adição de cantaxantina na ração de machos pode melhorar a fertilidade de lotes pós-pico pelo aumento do percentual de espermatozoides normais, por redução dos agentes oxidativos.


Farelo de trigo

Uma particularidade da ração destinada aos machos é a elevada inclusão de farelo de trigo, em virtude dos valores de energia e proteína trabalhados. Assim, uma atenção especial deve ser dedicada a esta matéria-prima.

É sabido que a composição do farelo de trigo pode variar em função do tipo de grão utilizado que resultará neste subproduto. Logo, o monitoramento do fornecedor, bem como aplicar as alterações nas matrizes nutricionais, minimizará as variações na composição desta matéria-prima.

Um ponto importante no monitoramento do farelo de trigo são as contaminações por micotoxinas. As principais micotoxinas que contaminam o farelo de trigo são o deoxinivalenol (DON) e a zearalenona. Neste caso, deve ser feito o uso de um adsorvente de micotoxinas que tenha registro e efeito comprovado para estas micotoxinas.

A Agroceres Multimix oferece uma linha de adsorventes de micotoxinas, dentre eles o AgFix Zea 3, o qual possui compostos minerais com mais de 90% de adsorção para Zearalenona e Deoxinivalenol – DON (Tabela 2). Além destes compostos, possui protetor hepático, que é extremamente benéfico para animais de ciclo longo, como as matrizes pesadas.

Tabela 2 – Adsorção/neutralização das micotoxinas Zearalenona e Deoxinivalenol (DON).

Fonte: Agroceres Multimix

O farelo de trigo é rico em triptofano. Este aminoácido é um precursor da serotonina em uma via metabólica dependente da vitamina D. Desta forma, o farelo de trigo afeta o comportamento dos galos, reduzindo a agressividade.


Proteína e energia

Conforme citado, a ração dos machos reprodutores possui níveis proteicos mais baixos que as rações das fêmeas. McDaniel (1986) descreve que machos reprodutores apresentaram melhor desempenho reprodutivo com níveis de proteína de 12% na ração. Segundo este mesmo autor, McDANIEL (1987), o uso de uma ração com proteína mais baixa para os machos pode proporcionar um aumento de 2.5% nos registros de eclosão.

Estudos demostram que a redução do nível de proteína bruta afeta a produção de sêmen. Foi o que observaram Wilson et al. (1987), testando rações com níveis de proteína bruta que variam entre 9% a 15% (tabela 3).

Tabela 3: Efeito dos níveis de proteína bruta da ração sobre concentração espermática de machos reprodutores de 23 a 50 semanas de idade.

% DE MACHOS EM PRODUÇÃO

CONCENTRAÇÃO ESPERMÁTICA

NÍVEIS DE PB (%)

23 – 28 SEMANAS

29 – 50 SEMANAS

23 – 28 SEMANAS

29 – 50 SEMANAS

9

17

56

45.3

84.3

12

10

32

26.0

71.2

15

11

35

28.6

61.1

Fonte: Adaptado de Wilson et al. (1987b)

Borges (2001), avaliou o efeito de diferentes consumos de proteína bruta, por galos reprodutores, sobre os efeitos da qualidade do sêmen, como: volume, concentração espermática, motilidade e vigor espermático. Concluiu-se que o consumo de 17g de proteína/ave/dia foi o suficiente para suprir as necessidades para produção e manutenção dos parâmetros espermáticos. Uma boa motilidade e um bom vigor espermático proporcionarão maiores sucessos de fertilização dos óvulos no infundíbulo da fêmea reprodutora.

Porém, ao se trabalhar com níveis de proteína bruta mais baixos, uma atenção especial deve ser direcionada à suplementação dos aminoácidos essenciais e limitantes, evitando a queda no desempenho. Níveis muito baixos de proteína bruta podem levar à deficiência do primeiro aminoácido limitante e, por esta deficiência, pode ocasionar redução no consumo e a energia não utilizada na síntese proteica poderá ser direcionada à deposição de gordura corporal (DAHIR, 1983).

Por outro lado, avaliando o uso de rações com níveis mais altos de proteína, utilizando as rações das fêmeas, Hocking (1990) relatou que ocorreu uma redução dos índices de fertilidade em comparação a machos que consumiram uma ração com menores níveis de proteína bruta (PB) entre 45 a 60 semanas de idade. O excesso de proteína bruta reduziu a quantidade e a qualidade do sêmen, conforme relatado por BORGES (2001).

De acordo com Silva (2011), o fornecimento de 16 a 18 g de proteína/ave/dia, para machos com peso corporal de 4.1 a 4.4kg de peso vivo durante o pico de produção (30 a 38 semanas) é o suficiente para suprir as exigências reprodutivas e manutenção dos desempenhos zootécnicos. Uma suplementação adicional e contínua deve ocorrer para garantir um ganho de peso até o final do ciclo buscando, nas 65 semanas, um fornecimento de 18 a 20 g de proteína/ave/dia.

Já no tocante ao fornecimento de energia para os machos, Silva (2011) preconiza o fornecimento de 380 kcal EM/ave/dia durante o pico de produção (30 a 38 semanas) e, assim como a proteína bruta, um incremento deve ser considerado até 65 semanas, alcançando 420 kcal EM/ave/dia para garantir um pequeno e constante ganho de peso.

A energia é o resultado da oxidação dos nutrientes. É liberada na forma de calor ou pode ser armazenada para ser utilizada posteriormente em processos metabólicos.

O fornecimento da energia de forma alinhada com os valores descritos e preconizados pelas linhagens comerciais é muito importante para o sucesso de um lote de matrizes reprodutoras.

Diversos autores afirmam que a necessidade de energia para machos reprodutores adultos é inferior que a necessidade das fêmeas, em virtude dos galos, neste período, possuírem uma taxa de crescimento inferior e não necessitam da energia que é direcionada para a produção dos ovos. Desta forma, deve-se atentar para que não ocorra consumo de energia acima do preconizado pelas linhagens comerciais, evitando que os galos ganhem peso excessivo, o que contribuirá de forma negativa na fertilidade do lote.

Bramwell et al. (1996) avaliou o efeito do fornecimento de 3 níveis de energia: 290, 330 e 370 kcal EM/ave/dia para machos reprodutores. Os autores observaram um aumento na concentração de espermatozoides e no volume seminal, bem como aumento do peso dos testículos com o aumento da energia ingerida. Mas não verificaram efeito sobre a eclosão (Tabela 4).

Tabela 4: Efeito de diferentes consumos de energia sobre as características reprodutivas de galos reprodutores.

Energia (Kcal/ave/dia)

Fertilidade (%)

Eclosão (%)

Peso dos testículos (g)

Volume de sêmen (ml)

Concentração espermática (109/ml)

290

64.5

89.1

8.9

0.22

2.65

330

70.3

85.8

11.8

0.28

4.01

370

78.6

87,5

25.9

0.27

5.20

FONTE: Adpatado de Bramwell, 1996

Borges (2001) avaliou o efeito do fornecimento de 5 níveis de energia (290, 310, 330, 350 e 370 kcal EM/ave/dia) sobre volume, concentração, motilidade e vigor espermático em galos reprodutores entre 27 a 61 semanas de idade. O autor concluiu que o consumo de 360 kcal de EM/ave/dia foi suficiente para o atendimento das exigências e melhora das características reprodutivas. Também foi observado que todas os parâmetros avaliados tiveram piora com o aumento da idade dos galos.

Desta forma, podemos perceber que os galos necessitam de um programa nutricional bastante distinto ao das fêmeas. Neste sentido, Silveira e Freitas (2011) avaliaram o efeito do fornecimento de dois programas nutricionais para os machos: 1 – Utilizar a mesma ração das fêmeas ou; 2- Fornecer uma ração específica para os machos, da recria até a produção. As autoras concluíram que os galos que receberam o plano nutricional distinto das fêmeas presentaram menores pesos corporais, maiores índices de eclosão e menores índices de infertilidade entre 45 e 65 semanas de idade (Tabela 5).

Tabela 5: Peso corporal, eclosão e taxa de infertilidade de galos reprodutores alimentados com dois programas nutricionais.

PESO CORPORAL (KG)

TRATAMENTO

45 SEM.

50 SEM.

55 SEM.

60 SEM.

65 SEM.

PESO CORPORAL MÉDIO (KG)

1

5.078a

5.127a

5.230a

5.317a

5.305a

5.211a

2

4.736b

4.843b

4.905b

4.964b

5.027b

4.895b

ECLOSÃO (%)

TRATAMENTO

45 SEM.

50 SEM.

55 SEM.

60 SEM.

65 SEM.

ECLOSÃO GERAL (%)

1

86a

82a

78a

73a

67a

77a

2

86a

86a

84a

80a

71a

81a

INFERTILIDADE (%)

TRATAMENTO

45 SEM.

50 SEM.

55 SEM.

60 SEM.

65 SEM.

ECLOSÃO GERAL (%)

1

2.8a

3.2a

4.4a

4.9a

7.3a

3.0a

2

2.2a

2.6a

3.1a

2.6a

4.6a

4.6a

Médias na mesma coluna, seguidas por letras iguais, não diferem (P<0,05) pelo teste Tukey.

Fonte: SILVEIRA E FREITAS (2011)

Conclusão

Objetivando extrair dos galos reprodutores todo o seu potencial genético, temos que direcionar todas as ações que venham a contribuir para a melhora dos aspectos reprodutivos e os efeitos sobre a idade destes.

Desta forma, a nutrição pode ser uma importante ferramenta para ajudar a melhorar os índices reprodutivos, em conjunto com ações de manejo e ambiência.

Nutrição Animal – Agroceres Multimix

 

BIBLIOGRAFIA

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