e-Book: Efeitos da temperatura sobre o desempenho dos suínos em diferentes fases de criação

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A suinocultura brasileira vem – a cada ano – mostrando evolução em produtividade. Prova disso é a manutenção do abastecimento interno e aumento da exportação em quase 50%, quando comparado ao ano de 2019, mesmo diante a todas as atribulações de 2020. Isto se deve a todas as melhorias em genética, nutrição, tecnologias agroindustriais, instalações e treinamento de mão de obra especializada. No entanto, ainda nos deparamos com oportunidades de otimização dos índices zootécnicos, além de melhorias em conforto e bem-estar aos suínos, com o desenvolvimento da ambiência.

No Brasil, por ser um país tropical, com clima predominantemente quente e úmido durante grande parte do ano, é comum que os suínos sejam acometidos por estresse calórico, principalmente os animais de reprodução e terminação, porém as temperaturas da zona de conforto térmico variam conforme o período/classe em que os animais estão, passando de uma exigência de 30°C – 32°C, para os leitões recém-nascidos; até 15°C – 19°C, para reprodutores.

No entanto, mesmo quando os suínos estão em ambientes cuja temperatura está fora da zona de termoneutralidade, eles conseguem, através da termorregulação, manter a temperatura corporal entre limites compatíveis com a sobrevivência, mas isso gera consequências sobre a eficiência alimentar, através de custos metabólicos que impactam seu desempenho. Frente ao assunto abordado, este e-Book tem como objetivo demonstrar a fisiologia da termorregulação dos suínos e os impactos da manutenção dos animais em temperaturas adversas, sobre os índices reprodutivos e produtivos nos setores de gestação, maternidade, creche e engorda.

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